Por Onde Anda Aline Silva ex-Rouge - Parte 1

November 16, 2012

Por Onde Anda: Aline Silva, ex-Rouge

Fonte:http://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2012/11/por-onde-anda-aline-silva-ex-rouge.html


Após ter realizado o sonho de fazer parte da banda pop, a cantora conta que se encontrou no teatro e que pretende ser mãe nos próximos anos.

 

De sorriso fácil e de humor aparentemente inabalável, Aline Silva mostra durante a conversa com QUEM que imprimiu um pedaço de si mesma na banda chiclete febre no início dos anos 2000. Para a cantora, o grupo Rouge foi uma das fases mais gostosas da vida e vê a amizade que nutriu com as demais integrantes como um presente, apesar das desavenças da época.
 
Em entrevista exclusiva, Aline, que agora assina com o sobrenome Wirley, conta que levou o jeito afiado no canto e na dança para os teatros brasileiros, mostra o lado apaixonado ao falar do “marido”, e confessa um sonho latente: ser mãe.

 

Da ficha de inscrição para o topo das paradas
 
Embora outras colegas de palco vejam até hoje o grupo e o conceito Rouge como um baque, Aline vem na contramão e traduz o que sentiu como a realização de um sonho. Tudo começou quando tinha 20 anos de idade, em 2002, período em que depositou as esperanças de uma menina em um projeto de gente grande.
 
 “Foi uma loucura porque me inscrevi num programa acreditando nesse sonho. Minha família me apoiou, mas não sabia se ia dar certo. Falamos até hoje que a gente não consegue entender direito o que aconteceu”, recorda, emocionada.
 
Se “Ragatanga” e “Brilha La Luna” se tornaram hinos na juventude de muitos fãs, as palavras-ícone viraram divisores de água para a cantora. “São duas ‘Alines’: uma de antes e outra depois [do Rouge]. Porque eu cresci, me transformei numa mulher naquele processo. Depois do Rouge, fui me olhar de outro ângulo, vejo como foi legal e importante na minha vida fazer parte dessa historia.”

 

Fim previsível
 
Por outro lado, Aline demonstra ser uma pessoa pé no chão ao contar que notou o “momento Rouge” e as músicas fáceis de decorar como algo com os dias contados. “A gente já sabia que nosso contrato era de quatro anos. Quando estava quase chegando, meio que nos preparamos para esse processo. É uma mudança. Exige muita coragem. Foi o que aconteceu porque a gente veio de um sucesso estrondoso e sumimos do cenário.”
 
Apesar da fama, Aline e o grupo perceberam que não era o momento de continuar juntas. “Era uma coisa muito complicada porque tinha um contrato com a nossa produtora. A gente tinha necessidade de entender o que cada uma ia fazer musicalmente porque cada uma tem um estilo diferente."
 
De toda a experiência vivida, a cantora sabe o que guardará daquele tempo. “O mais importante é nossa amizade. Somos amigas. A gente se fala, vai assistir ao espetáculo uma da outra [algumas delas foram parar no teatro], dá uma força, a gente chora uma pela outra. Acho que foi a coisa mais incrível que o Rouge podia ter me dado. Essas mulheres são incríveis, sou fã delas, são minhas mestras. A gente se ama de verdade.”

 

Diferenças e preconceito
 
Sem entender exatamente como o grupo terminou, boatos na época destilavam a hipótese de que briga teria sido o motivo do fim. Aline confessa que diferenças foram acentuadas ao longo da convivência que durou quatro anos. “Tínhamos desentendimentos normais de mulheres vivendo juntas e cada uma muito conscientes daquilo que era e daquilo que queria. Nós somos muito diferentes, mas a gente queria que fizesse sucesso. Então, teve desentendimento normal de chegar e conversar. Nada que fosse de outro mundo. Tanto é que estamos aqui agora.”
 
Outro fator adicionou pedras ao caminho do Rouge: a dúvida da qualidade vocal das que vieram de um reality show. “Quando surgimos, tivemos certo preconceito sim. Acho que quase todo mundo em geral. Não se sabia o que era verdade, o que era mentira, se a gente cantava. Mas o mais legal é que a gente foi transformando durante um tempo e todo mundo sabe que hoje nós somos cantoras mesmo. A gente fez tudo aquilo de verdade. O estilo era novo - meio pop, meio infantil. As pessoas julgam sem saber; é um mal da humanidade.”

 

 

 

 

 

 

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